Prefeitura do Rio de Janeiro libera 10% de público na final da Copa América no Maracanã

A partida entre Brasil e Argentina ocorre no sábado (10), às 21h

Foto: Divulgação

A Prefeitura do Rio acatou pedido da Conmebol e liberou 10% da capacidade de cada setor do Maracanã para receber público na final da Copa América, neste sábado (10), entre Brasil Argentina. Acesso será permitido para quem apresentar teste PCR da Covid-19 com resultado negativo. O exame tem que ter sido feito a partir de quinta-feira (8).

Com a autorização, a final marcada para as 21h poderá receber até 6,5 mil pessoas, mas isso apenas se o estádio for totalmente aberto. “Nós tivemos a final da Copa Libertadores (em janeiro), e liberamos lá que tivesse 10% da capacidade. Eles (Conmebol) concentraram cinco mil convidados num mesmo setor do Maracanã, o que acabou sendo um problema. A mudança agora é: 10% em cada setor do estádio. Ou seja, você tem um espaçamento grande entre as pessoas”, disse o prefeito Eduardo Paes (PSD).

A reportagem entrou em contato com a Conmebol para saber qual o total de público que a entidade pretende levar ao jogo, se haverá venda de ingressos ou se irá se limitar o acesso a convidados. Por meio da assessoria, entidade informou às 8h45 que “ainda não tem uma posição oficial”.

PEDIDO DA CONMEBOL

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, no primeiro momento a Conmebol chegou a pedir a liberação para que o jogo recebesse mais de 30 mil torcedores. “O pedido inicial da Copa América à Prefeitura era realizar com 50% de público, mas a gente considera que ainda não é adequado”, declarou.

O gestor reforçou que medidas de segurança foram adotadas para a final da Copa América. “Todas as pessoas que entrarem no estádio vão ter ambiente controlado por testagem, então será um dos primeiros eventos em que todas as pessoas que irão entrar terão que ter sido testadas com menos de 48 horas; e manter espaçamento entre cadeiras de pelo menos dois metros”, afirmou.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, assegurou que a liberação foi puramente técnica. “Não sofri pressão nenhuma. Ninguém da Conmebol me ligou, nem da CBF. Aliás, o único da CBF que eu conheço é o Walter Feldman (ex-secretário-geral), que saiu. Eu fiquei sabendo pela imprensa que eles haviam feito a solicitação”, pontuou.

Fonte: Diário do Nordeste

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